4 de dezembro de 2009

Ídolos

Basicamente o programa Ídolos é como o arroz. Além da analogia gastronómica estúpida e descabida, também há um sentido: quer-se branquinho (ou o júri teria tido aquela atitude com o "morcão" ou com a "menina dos óculos" se fossem doutra cor?) e só é bom se levar coisas boas. E a troca da Sílvia Alberto pela Cláudia Vieira só veio trocar o arroz da cantina pelo arroz da mãezinha.
Deixando de lado, a comparação de programas de entretenimento a guarnições de bitoques, há que lamentar o timing do programa. Realizando-se este no inverno, as participantes não se apresentarão com trajes menos aconchegantes, o que, parecendo que não, ajuda às audiências. Por outro lado a proximidade com o Natal é benéfica para o elemento do júri Manuel Moura dos Santos pois é nessa altura que ele sente que tem um leve travo de boa pessoa (a barriga do Pai Natal!)
Para terminar todos os depravados que se masturbaram a ouvir Boitezuleika, enquanto faziam piadas profundas do género "ela é que me podia mexer no pilau", podem clicar no link à direita que diz A Carolina não sabe o que diz de modo a perceberem que a Carolina realmente não tem juízo. Assim as pessoas, conscientes da sua demência votam nela para ganhar, tal como votaram em José Sócrates, depois de verem a merda que fez.

1 comentário:

Siegfried disse...

O único que se aproveita naquele juri é o Laurant Filipe. Grande trompetista e pessoa 5*.

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